Cidadania

NA QUARENTENA FIQUE ALERTA | VIOLÊNCIA NÃO TEM DESCULPA. TEM LEI.

HÁ MAIS DE UM TIPO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 

Há outras formas de violência para as quais é sempre preciso ficar atenta.

A Prefeitura de Cururupu por meio da Secretaria Municipal Extraordinária da Mulher, em parceria com a Casa da Mulher Cururupuense se mantém alerta neste período de quarentena (isolamento social), onde muitas mulheres infelizmente ficam mais vulneráveis, vivem a triste realidade da violência doméstica.

A Secretaria Municipal Extraordinária da Mulher por meio de atividades tem chamado atenção da população para a quebra do silêncio e a necessidade da denúncia nos casos de violência contra a mulher. Segundo dados do Governo Federal anunciado no inicio do mês de abril/2020, a violência contra a mulher aumentou 9% durante pandemia do novo coronavírus no Brasil. Em Cururupu a Secretaria da Mulher registrou 42 casos de violência contra a mulher entre outubro de 2019 a abril deste ano.

“Quero reforçar o empenho da gestão municipal para diminuição dos casos de violência. A prefeitura de Cururupu, através da Secretaria Municipal da Mulher vem trabalhando  de portas abertas, a preocupação da prefeita professora Rosinha com as mulheres cururupuenses é muito  grande, a determinação mesmo em tempos de  pandemia é estarmos atentas, “Ninguém solta a mão de ninguém”. A Casa da Mulher Cururupuense e a Secretaria Municipal da Mulher está atendendo de segunda à sexta-feira  das 8h às 12h e no período da tarde atendemos pelo  telefone  98435-5664. No surgimento de casos para acolhimento  vindo  da Delegacia de Policia, Juizado  ou do Conselho Tutelar  estaremos  à disposição”, explicou Naura Celia, Secretaria Municipal da Mulher.

Normalmente, violência doméstica é atribuída a agressões físicas. Mas ela não é a única forma de subjugar a mulher. Há outras formas de violência para as quais é sempre preciso ficar atenta.

Violência física: conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal da mulher. Exemplos: tapas, socos, empurrões, queimaduras, empurrões, tortura.

Violência psicológica: ameaças, cárcere privado, manipulação, insultos, ciúme excessivo, perseguição. A violência psicológica costuma vir antes dos outros tipos. Abala a autoestima da mulher e a deixa fragilizada para enfrentar a situação.

Violência sexual: o estupro é a forma mais conhecida, mas a violência sexual também ocorre de outras formas, como: matrimônio forçado, proibição de uso de métodos contraceptivos, exigência de práticas que ela não gosta ou aborto contra vontade.

Violência patrimonial: ocorre quando a mulher tem sua renda ou patrimônio subtraídos ou destruídos pelo agressor. São comuns casos de extorsão, apropriação de bens e estelionato.

Violência moral: quando o agressor tenta fragilizar e denegrir a reputação da vítima, seja por meio de calúnia, difamação, exposição de conteúdo íntimo ou críticas mentirosas.

Não aceite violência. Violencia nã tem desculpa. Tem Lei.

 

Assessoria de Comunicação

asscom@cururupu.ma.gov.br

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